Nem toda dívida é o que parece
Se você tem dívidas, sabemos que esse assunto pode ser um pouco delicado, mas vamos com calma, aqui vamos entender quais os tipos de dívidas e como enfrentar estas questões. Relembramos que, dívida nada mais é que um compromisso ou dever que assumimos, tenha calma, neste post vamos começar desde os pontos mais básicos que você pode precisar para entender as suas dívidas, a ideia aqui é entendermos de uma forma profunda mas ao mesmo tempo de uma forma fácil.
Em seguida, vamos investigar algumas comparações, do tipo, será que todas as dívidas são iguais? Ou será que cada uma delas funciona do seu próprio jeito? Também vamos analisar o que é uma dívida cara e uma dívida barata. A diferença entre uma dívida controlada de uma dívida descontrolada.
Você irá aprender todos os conceitos básicos no assunto, e irá também poder utilizar estes conceitos para entender melhor todos os instrumentos de crédito, que são aqueles instrumentos que nos possibilitam geralmente contrairmos as nossas dívidas, portanto, aqui também iremos entender sobre empréstimos, cartão de crédito, cheque especial, e por aí vai. São ferramentas muito úteis mas, se formos descuidados podem nos colocar em uma grande cilada. Logo, esperamos mudar sua visão deste tema, para que cada vez mais suas decisões financeiras sejam mais acertadas. Vamos nessa?
Exemplo
Mateus era um rapaz que precisava de dinheiro para terminar uma reforma de sua casa. Ele fez alguns cálculos por alto e colocou na cabeça que precisaria de 8 mil reais para fazer tudo. Ele não tinha esse dinheiro, dessa maneira ele foi ao seu banco e solicitou um empréstimo. Seu assessor consultou seus limites e disse: "Mateus, conseguimos te emprestar esse valor de 8.000. Serão 18 parcelas de R$ 657,90."
Ele estava meio desconfiado, pegou a proposta e mostrou para sua amiga, que o ajudaria a entender melhor a proposta. Após analisar o papel que o banco entregou para Mateus, ela explicou que, o que ele receberia na verdade, seriam os R$ 8.000,00. Até aí Mateus já tinha entendido, na situação que a gerente entregou, que seriam de 18 parcelas de 657,90. Quer dizer que Mateus deveria pagar este valor todo dia 20 de cada mês, durante 18 meses.
Neste momento Mateus ficou reflexivo, e sem entender direito. Pois ele achou os valores altos demais. Como Mateus não era muito bom com matemática, ele preferiu abrir uma calculadora no seu celular. Ele viu que pagando 657,90 por 18 meses, no final teria pago 11.842,29. E percebeu que pagaria bem mais do que tinha pego com o banco.
Sua amiga lhe explicou que aquilo se tratava dos juros embutidos na operação, e mostrou a ele que no papel tinha descrito o valor da taxa de juros incidente no empréstimo, que era de 4,5% ao mês.
Desta maneira, Mateus entendeu que desse total de 11.842,00, ele teria o principal de 8.000, e que o valor de 3842,00 que compunham a diferença, era referente as taxas de juros incidentes em cada parcela.
Para facilitar ele separou as informações em uma folha de papel:
Valor principal: R$ 8.000,00
Taxa de juros: 4,5% ao mês
Quantidade de parcelas: 18
Valor da parcela: R$ 657,90
Total a ser pago para o banco: R$ 11.842,20
Mateus agradeceu sua amiga, e ela já deixou uma nova dica, de que procurasse por taxas de juros mais baratas em outros bancos.