6 LIVROS PARA REPROGRAR A SUA MENTE E FAZER MILHÕES

Estes livros irão mudar sua concepção de vida e te preparar para o caminho da prosperidade.

DESENVOLVIMENTO

  1. "Pai Rico, Pai Pobre" de Robert Kiyosaki

1.1 Pessoas ricas não trabalham por dinheiro

A primeira lição do livro Pai Rico, Pai Pobre é que os ricos não trabalham pelo dinheiro, eles fazem com que o dinheiro trabalhe para eles.

Isso significa que os ricos não ganham dinheiro apenas trabalhando em um emprego. Eles também investem seu dinheiro em ativos que geram renda, como imóveis, ações e negócios. Isso permite que eles ganhem dinheiro enquanto dormem.

Os pobres, por outro lado, trabalham por horas e horas para ganhar dinheiro. Eles gastam seu dinheiro em coisas que não geram renda, como carros, roupas e férias. Isso significa que eles nunca têm dinheiro suficiente para investir e nunca podem se tornar ricos.

Se você quer ficar rico, você precisa aprender a fazer com que o dinheiro trabalhe para você. Você precisa investir seu dinheiro em ativos que geram renda. E você precisa viver abaixo de suas posses.

Aqui estão algumas dicas para fazer com que o dinheiro trabalhe para você:

  • Invista em ativos que geram renda, como imóveis, ações e negócios.

  • Viva abaixo de suas posses.

  • Economize dinheiro e invista-o regularmente.

  • Negocie dívidas caras.

  • Aprenda sobre finanças pessoais.

  • Encontre um mentor que possa ajudá-lo a alcançar seus objetivos financeiros.

Pai Rico, Pai Pobre é que é importante ter educação financeira para entender como o dinheiro funciona.

A maioria das pessoas não tem educação financeira. Eles não sabem como investir seu dinheiro, como economizar dinheiro e como pagar dívidas. Isso significa que eles estão perdendo dinheiro e não estão alcançando seus objetivos financeiros.

Se você quer ficar rico, você precisa aprender sobre finanças pessoais. Você precisa aprender como investir seu dinheiro, como economizar dinheiro e como pagar dívidas. Você também precisa aprender como gerenciar seu dinheiro e como tomar decisões financeiras sábias.

Existem muitos recursos disponíveis para ajudá-lo a aprender sobre finanças pessoais. Você pode ler livros, assistir a vídeos, ouvir podcasts e conversar com um consultor financeiro.

Se você não tem educação financeira, você está em desvantagem. Você precisa aprender sobre finanças pessoais o mais rápido possível. Isso o ajudará a alcançar seus objetivos financeiros e a se tornar rico.

Aqui estão algumas dicas para aprender sobre finanças pessoais:

  • Leia livros sobre finanças pessoais.

  • Assista a vídeos sobre finanças pessoais.

  • Ouça podcasts sobre finanças pessoais.

  • Converse com um consultor financeiro.

  • Faça um curso sobre finanças pessoais.

  • Participe de um grupo de autoajuda sobre finanças pessoais.

Compre ativos, não passivos

Desta forma, você deve se concentrar em comprar ativos, que são coisas que geram renda, em vez de passivos, que são coisas que consomem dinheiro.

Um ativo é algo que gera renda, como um imóvel, ações ou um negócio. Um passivo é algo que consome dinheiro, como um carro, uma casa ou um cartão de crédito.

Se você quer ficar rico, você precisa se concentrar em comprar ativos. Você precisa investir seu dinheiro em coisas que vão gerar renda para você. E você precisa evitar comprar coisas que vão consumir seu dinheiro.

Aqui estão algumas dicas para comprar ativos:

  • Invista em imóveis. Imóveis são uma ótima maneira de gerar renda passiva.

  • Compre ações. Ações são uma ótima maneira de investir no mercado de ações.

  • Inicie um negócio. Um negócio é uma ótima maneira de gerar renda e construir riqueza.

Se você seguir essas dicas, estará no caminho certo para comprar ativos e se tornar rico.

Aqui estão algumas dicas para evitar comprar passivos:

  • Não compre um carro novo. Carros são uma das piores investimentos que você pode fazer.

  • Não compre uma casa que você não pode pagar. Casas são uma grande responsabilidade e podem ser difíceis de vender.

  • Não use cartão de crédito. Cartões de crédito são uma armadilha para dívidas.

Jogue com as ferramentas que tem

Você deve aprender a jogar com as regras do sistema a seu favor.

O sistema é a maneira como o mundo funciona. Ele é feito de regras que regem o dinheiro, os negócios e a sociedade.

Se você quer ficar rico, você precisa aprender a jogar o jogo do sistema a seu favor. Você precisa aprender a usar as regras do sistema para seu benefício.

Aqui estão algumas dicas para aprender a jogar o jogo do sistema a seu favor:

  • Aprenda sobre o sistema. Entenda como o dinheiro, os negócios e a sociedade funcionam.

  • Encontre maneiras de se beneficiar das regras do sistema. Encontre maneiras de usar as regras do sistema para seu benefício.

  • Seja criativo. Não tenha medo de pensar fora da caixa.

  • Seja paciente. Leva tempo para aprender a jogar o jogo do sistema a seu favor.

Os ricos inventam dinheiro

Isso significa que os ricos não ganham dinheiro apenas trabalhando em um emprego. Eles também criam novas fontes de renda, como negócios, investimentos e propriedades.

Os pobres, por outro lado, ganham dinheiro apenas trabalhando em um emprego. Eles não criam novas fontes de renda e, portanto, estão limitados à quantidade de dinheiro que podem ganhar trabalhando.

Se você quer ficar rico, você precisa aprender a inventar dinheiro. Você precisa aprender a criar novas fontes de renda para você.

Aqui estão algumas dicas para inventar dinheiro:

  • Comece um negócio. Um negócio é uma ótima maneira de criar uma nova fonte de renda.

  • Invista em imóveis. Imóveis podem ser uma ótima maneira de gerar renda passiva.

  • Compre ações. Ações podem ser uma ótima maneira de investir no mercado de ações.

  • Invista em outros negócios. Você pode investir em outros negócios para gerar renda.

Se você seguir essas dicas, estará no caminho certo para inventar dinheiro e se tornar rico.

Aqui estão algumas dicas adicionais:

  • Seja criativo. Não tenha medo de pensar fora da caixa.

  • Seja paciente. Leva tempo para inventar dinheiro.

  • Seja persistente. Não desista dos seus sonhos.

Trabalhe pelo aprendizado

Isso significa que você não deve trabalhar apenas para ganhar dinheiro. Você deve trabalhar para aprender e crescer.

Se você quer ficar rico, você precisa aprender sobre finanças, negócios e investimentos. Você também precisa aprender sobre o mundo e como ele funciona.

Aqui estão algumas dicas para trabalhar para aprender:

  • Leia livros sobre finanças, negócios e investimentos.

  • Assista a vídeos sobre finanças, negócios e investimentos.

  • Ouça podcasts sobre finanças, negócios e investimentos.

  • Converse com pessoas que são bem-sucedidas nas áreas de finanças, negócios e investimentos.

  • Faça cursos sobre finanças, negócios e investimentos.

  • Participe de grupos de autoajuda sobre finanças, negócios e investimentos.

Se você seguir essas dicas, estará no caminho certo para aprender e crescer, e se tornar rico.

Aqui estão algumas dicas adicionais:

  • Seja curioso. Não tenha medo de perguntar.

  • Seja proativo. Busque oportunidades para aprender e crescer.

  • Seja paciente. Leva tempo para aprender e crescer.

  • Seja persistente. Não desista dos seus sonhos.

Se você seguir essas dicas, estará no caminho certo para aprender e crescer, e se tornar rico.

  1. "Os segredos da mente milionária" de T. Harv Eker

Quando éramos crianças, tudo o que ouvíamos dos nossos pais, os exemplos que presenciávamos e alguns episódios específicos que vivenciamos moldaram a nossa forma de pensar e agir em relação ao dinheiro. Se sempre nos disseram que dinheiro é coisa de gente má, que os ricos são desonestos e que exploram os pobres, é óbvio que não seremos ricos, afinal, nossa mente subconsciente foi completamente distorcida. Mas talvez você ainda não saiba que os milionários têm padrões de pensamento diferentes, dos quais você também pode aprender, e que os impulsionam em direção à riqueza. São os tão famosos 17 SEGREDOS DA MENTE MILIONÁRIA, que serão abordados neste blog post. Essas preciosas lições podem transformar a vida financeira de qualquer pessoa, e espero que você seja essa pessoa corajosa o suficiente para ler até o fim e, quem sabe, colocar essas ideias em prática.

Se você realmente deseja ter a mentalidade de um milionário, precisa ser forte e resistir até o final. E agora, sem mais enrolação, vamos aos segredos!

2.1 As pessoas ricas acreditam firmemente na ideia de que "eu sou o criador da minha própria vida", enquanto as pessoas com mentalidade pobre acreditam que "as coisas simplesmente acontecem na minha vida". Você já percebeu que são geralmente as pessoas em situação financeira difícil que gastam seu dinheiro em jogos de loteria? Elas realmente acreditam que a riqueza vai cair do céu quando seus números forem sorteados. E assim passam a vida inteira esperando ficar ricas, contando apenas com a sorte. O resultado disso é óbvio! É preciso acreditar que você é o único responsável pelo seu próprio sucesso e que é você quem deve lutar pela riqueza e pelo sucesso. É necessário assumir a responsabilidade pela sua vida, em vez de se fazer de vítima. Enquanto as pessoas com mentalidade pobre preferem se lamentar e pensar "coitadinho de mim, se eu tivesse nascido rico, tudo seria diferente!", os ricos buscam ativamente maneiras de melhorar suas vidas.

2.2 As pessoas ricas entram no "jogo do dinheiro" para ganhar, enquanto as pessoas com mentalidade pobre entram nesse jogo apenas para não perder. Imagine se você fosse o técnico de um time de futebol e decidisse jogar uma partida com apenas defensores. Quais seriam suas chances de vencer? Não importa se você tivesse os 10 melhores defensores do mundo no seu time, suas chances seriam mínimas. No entanto, é assim que a maioria das pessoas joga o jogo do dinheiro, preocupando-se apenas em ter o suficiente para pagar as contas em dia. Se essa é a sua principal preocupação, você nunca irá além disso. Os ricos entram no jogo com o objetivo de ganhar, buscando a riqueza e a abundância.

2.3 As pessoas ricas assumem o compromisso de se tornarem ricas, enquanto as pessoas com mentalidade pobre apenas desejam ser ricas. (Anota aí em quais pontos você ainda tem uma mentalidade pobre e tente melhorar, tá?).

Se tivéssemos que escolher, tenho certeza de que todos que estão ledo este post, diriam que gostariam de ser ricos. Mas, ao mesmo tempo, outros pensamentos surgem em suas mentes: "E se eu perder tudo?", "Como vou saber se as pessoas gostam de mim ou estão apenas se aproveitando?", "Todo mundo vai querer me pedir dinheiro emprestado", "E se eu for roubado?". Assim, uma parte de você quer ser rico para aproveitar os benefícios do dinheiro, enquanto outra parte acredita que ser rico não é tão maravilhoso assim, gerando uma contradição de pensamentos.

As pessoas com mentalidade pobre apontam uma série de motivos para explicar por que enriquecer e ser rico pode ser um problema. Enquanto isso, os ricos reconhecem os desafios, mas se comprometem e se dedicam a enriquecer a ponto de poderem lidar com qualquer problema que surgir.

E assim por diante, ao longo do post, faça um exame de consciência e perceba quais são os segredos em que você já age como um milionário e aqueles em que ainda tem uma mentalidade pobre. Anote e comprometa-se a mudar esses aspectos.

2.4 As pessoas ricas pensam grande, enquanto as pessoas com mentalidade pobre pensam pequeno.

Em uma cidade do interior de São Paulo chamada Bauru, havia dois amigos que, como qualquer outra criança, sonhavam alto. Eles não queriam ser jogadores de futebol, mas astronautas. Logicamente, com o tempo, todos disseram que esse sonho era uma loucura, e um dos amigos percebeu que realmente seria impossível. Surpreendentemente, só conhecemos a criança que continuou acreditando que poderia se tornar um astronauta. Essa criança cresceu, enfrentou muitos obstáculos até alcançar seu objetivo. Acho que você sabe de quem estamos falando. Essa pessoa é Marcus Pontes, o primeiro e único astronauta brasileiro.

2.5 As pessoas ricas focam nas oportunidades, enquanto as pessoas com mentalidade pobre enxergam apenas os obstáculos. Quando Mark Zuckerberg estava criando o futuro Facebook, o Orkut e o MSN pareciam imbatíveis. Porém, eles desapareceram completamente. O Snapchat, o Instagram e o WhatsApp também pareciam ser obstáculos futuros, mas foram enfrentados ou adquiridos. Zuckerberg não esperou ser superado por outra rede social, ele mesmo superou sua própria mídia com outra. Enquanto outros focavam nos obstáculos, ele continuou a enxergar as oportunidades.

2.6 As pessoas ricas admiram outros indivíduos ricos e bem-sucedidos, enquanto as pessoas com mentalidade pobre guardam ressentimento em relação a quem é rico e bem-sucedido. Quando um rico tira uma foto em uma mansão ou passa por aí dirigindo um carro extremamente caro, qual é o pensamento mais comum? "Que sorte eles têm!", e algumas pessoas até comentam: "Esses ricos idiotas, certamente muita gente está sofrendo por causa deles". É importante entender que, assim como existem pessoas pobres boas e más, também existem ricos bons e maus. O dinheiro apenas amplifica o caráter da pessoa. Tanto entre os ricos quanto entre os pobres, a maioria das pessoas é boa. Se não fosse assim, como um rico conseguiria fazer com que tantas pessoas confiassem seus investimentos em suas ideias? Como conseguiria reunir tantas pessoas para trabalhar para ele? Se você quer ser uma pessoa boa, mas acredita que todos os ricos são maus, então nunca será rico. É impossível: como você pode se tornar algo que despreza?

2.7 As pessoas ricas buscam a companhia de indivíduos positivos e bem-sucedidos, enquanto as pessoas com mentalidade pobre procuram a companhia de indivíduos negativos e fracassados. Uma pergunta simples: quais empresas e páginas você segue? Eles agregam conhecimento? São conteúdos positivos e de sucesso? Ou você se limita a assistir discussões, fofocas, críticas e julgamentos? Muitas pessoas de mentalidade pobre tentam arrastar os outros para o mesmo nível delas. Já os ricos procuram absorver a mentalidade e as ações de outros ricos, aumentando assim suas chances de obter resultados semelhantes. Eles buscam aprender com todas as pessoas e mídias com as quais interagem ao longo do dia.

2.8 As pessoas ricas gostam de se promover, enquanto as pessoas com mentalidade pobre não apreciam vendas nem autopromoção. Talvez no passado você tenha tido uma experiência ruim com alguém que forçou a venda de algo para você, ou talvez você tenha tentado vender algo para alguém que não estava interessado. Ou talvez, quando era criança, tenham lhe dito que se autopromover era algo negativo. Se você tem problemas com vendas e autopromoção, talvez tenha se identificado com alguma dessas situações. Mas saiba que é possível mudar isso. Os ricos são excelentes nessa atividade: eles têm confiança de que seus produtos são bons e realmente úteis, então fazem de tudo para que as pessoas saibam disso.

2.9 As pessoas ricas são maiores do que seus problemas, enquanto as pessoas com mentalidade pobre são menores do que seus problemas. Imagine que você tenha um problema de nível 5 em uma escala de 1 a 10. Seria um problema grande ou pequeno? Depende. Se suas habilidades estiverem no nível 2, será um ENORME problema, mas se estiverem no nível 10, você nem considerará isso um problema de verdade, apenas um pequeno obstáculo. Não importa se você é rico ou pobre, as adversidades continuarão existindo. O importante é sempre buscar ser maior do que seus problemas.

2.10 As pessoas ricas são excelentes recebedoras, enquanto as pessoas com mentalidade pobre são péssimas recebedoras. De acordo com o autor do livro, a principal razão pela qual as pessoas não alcançam seu pleno potencial financeiro é porque não sabem receber. É como se fôssemos uma árvore de 30 metros de altura, mas, por não nos sentirmos dignos ou merecedores de nada, nos contentamos em ser apenas uma pequena planta. Pessoas afetadas pela baixa autoestima precisam perceber que a questão de merecer ou não é totalmente subjetiva. Você acha que Michel Temer merecia ser presidente do Brasil? Muitas pessoas acham que não, outras acham que sim. Mas isso não importa, ele foi presidente e ponto. O mesmo vale para o seu dinheiro: se você merece ou não recebê-lo é subjetivo, então sempre aceite o que o universo quiser lhe dar de bom grado.

2.11 As pessoas ricas preferem ser remuneradas pelos seus resultados, enquanto as pessoas com mentalidade pobre preferem ser remuneradas pelo tempo que investem. Essa é a mais incrível de todas! Sempre ouço as pessoas dizerem: "Trabalho tanto! Mereço ganhar um salário maior." Ou "Deveriam me promover no emprego." SIM, mas as coisas não funcionam assim no mundo real. Se eu montar uma empresa e trabalhar 16 horas por dia durante um ano inteiro, mas no final entregar um produto sem utilidade alguma, ninguém se importará! Ninguém compra um produto ruim só porque as pessoas trabalharam muito nele. Da mesma forma, não compramos produtos pelo tempo investido em sua criação, mas sim pelo valor agregado que eles oferecem. Os ricos sempre consideram esses quatro fatores para enriquecer: rendimentos, poupança, investimentos e simplificação do estilo de vida. São esses os pilares do patrimônio líquido, o valor de tudo o que uma pessoa possui. Se alguém com mentalidade pobre recebe um aumento, automaticamente começa a aumentar seus gastos. Já os ricos sempre consideram esses quatro fatores de enriquecimento.

2.12 As pessoas ricas sabem administrar bem o seu dinheiro, enquanto as pessoas com mentalidade pobre têm dificuldades nessa área. A maioria das pessoas passa o mês inteiro esperando pelo dia do pagamento, o quinto dia útil, mas quando o dinheiro entra, ele simplesmente desaparece. Isso acontece porque elas não sabem administrar suas finanças adequadamente. Os ricos não são mais inteligentes, eles apenas sabem como lidar com o dinheiro. É uma questão de educação financeira: leia livros, assista a vídeos sobre finanças. Os ricos sabem como administrar bem o seu dinheiro.

2.13 As pessoas ricas fazem o dinheiro trabalhar para elas, enquanto as pessoas com mentalidade pobre trabalham arduamente pelo dinheiro. Já percebeu como as pessoas acreditam que devem trabalhar duro para ganhar dinheiro e conquistar coisas na vida? Mas os ricos não pensam dessa forma. Trabalhar duro é apenas uma parte da vida deles, mas eles também sabem que ter negócios bem-sucedidos e investimentos é como ter árvores que geram frutos para sustentá-los ao longo da vida.

2.14 As pessoas ricas agem apesar do medo, enquanto as pessoas com mentalidade pobre permitem que o medo as paralise. Todo mundo tem medo. A ideia de que não podemos fazer as coisas porque temos medo é característica de pessoas com mentalidade pobre. Os ricos reconhecem os riscos, mas agem de qualquer maneira, seja tomando medidas para se proteger dos riscos ou enfrentando-os diretamente, mesmo que sintam medo.

2.15 As pessoas ricas estão sempre aprendendo e se aprimorando, enquanto as pessoas com mentalidade pobre acreditam que já sabem de tudo. O sucesso é algo que pode ser aprendido. Podemos aprender a ter sucesso em qualquer coisa. Se você quer ser um cientista, pode aprender a ser um. Se prefere ser um grande orador, pode aprender a se tornar um. Se deseja ser verdadeiramente feliz, pode aprender a ser assim. Se quer enriquecer, também pode aprender como fazer isso. Não importa onde você esteja agora, o importante é estar disposto a aprender. Invista em si mesmo: leia livros, participe de palestras, faça cursos e converse com pessoas que já têm sucesso na sua área. As pessoas com mentalidade pobre costumam dizer que não podem se educar por falta de tempo e dinheiro. Já os ricos estão mais conectados com a citação de Benjamin Franklin: "Se você acha que a educação é cara, experimente a ignorância."

E esses foram os 17 segredos da mentalidade milionária. Parabéns para você que teve a "brilhante" ideia de assistir a esse vídeo até o final. Espero que esses "incríveis" ensinamentos possam "mudar sua vida financeira" tanto quanto mudaram a minha. Agora, se me dá licença, vou gastar meu tempo com algo mais útil.

  1. O investidor inteligente" de Benjamin Graham


Imagine só o investidor mais rico do mundo, com uma fortuna de quase 80 bilhões de dólares, que já doou mais de 25 bilhões de dólares para instituições de caridade, indicando um livro e dizendo que é "O MELHOR LIVRO DE INVESTIMENTOS JÁ ESCRITO". Ah, eu pelo menos ficaria neste resumo até o fim desse post para descobrir qual é esse livro incrível, chamado O Investidor Inteligente.

Vamos conhecer o Sr. Mercado, um sócio muito prestativo. Ele diz a você todos os dias qual é o valor da sua participação no negócio e até se oferece para comprar mais ou vender uma parte pelo preço que ele acha justo. Às vezes, ele está animadíssimo e quer pagar um preço exorbitante, mesmo que os fundamentos do negócio não justifiquem. Em outros momentos, ele está pessimista e coloca um valor bem baixo na sua participação. Agora me diz, você, como um investidor inteligente, deixaria o Sr. Mercado influenciar sua opinião sobre o valor das suas ações? Será que você seria influenciado pelas emoções do Sr. Mercado?

O Sr. Mercado é uma espécie de representação dos aplicativos e sites de ações que podemos ficar olhando a todo minuto. É muito fácil se deixar levar pelas flutuações dos preços quando ficamos conferindo a todo momento. É fácil se empolgar e comprar na alta ou ficar deprimido e vender tudo na baixa. Temos duas opções: ou nos perdemos escutando os conselhos do Sr. Mercado o tempo todo, ou aprendemos a lidar com ele.

O livro nos diz que é fundamental ter controle emocional e conhecimento dos nossos próprios investimentos para fazer o contrário do Sr. Mercado. Ou seja, vender quando ele avalia o negócio a um preço exageradamente alto e comprar quando ele está barato.

O conselho do livro é simples: só invista se você estiver confortável o suficiente para segurar as ações no futuro, não importa se o preço delas cair 50% ou subir 100% a curto prazo. Lembremos sempre: "No curto prazo, o mercado é uma urna de votação, mas no longo prazo, é uma balança".

Agora, vamos falar sobre os resultados que um investidor inteligente pode esperar. O livro já adianta que esse é o ponto crucial para quem está começando a investir: a ideia de que se pode ganhar dinheiro rapidamente. Sabe aquela crença de que todo mundo consegue superar o mercado? Pois é, isso é pura mentira.

Se o mercado é a média de todos os investidores, é natural que alguns tenham resultados melhores e outros piores, e há uma grande chance de estarmos próximos dessa média. Se você quer ganhar dinheiro rápido, terá que assumir riscos enormes, o que pode levar à ruína.

A média do mercado nos últimos 10 anos, considerando o Ibovespa, foi uma valorização média anual de 10%. Então, essa é a taxa básica que um Investidor Inteligente precisa almejar. E um limite inferior desejável é o da inflação, que ficou em torno de 5% nos últimos 10 anos. Rendimentos abaixo da inflação são, na verdade, uma perda de poder aquisitivo. E ninguém quer isso com seus investimentos.

Agora, se olharmos a lista dos maiores investidores de todos os tempos, percebemos que o que os diferencia de nós, meros mortais, não é apenas a rentabilidade impressionante, como ganhar 100% em um ano, mas sim a capacidade de manter altos rendimentos ao longo de décadas, em torno de 20% ao ano. São os juros compostos agindo ano após ano que geram riqueza e os tornam grandes investidores.

Então, a faixa de rendimento desejada para um Investidor Inteligente fica entre a inflação e os ganhos desses grandes investidores.

Agora, vamos falar sobre por que você deveria ser um investidor defensivo. Segundo o livro, existem apenas dois tipos de Investidores Inteligentes: o Investidor Defensivo e o Investidor Empreendedor. O Investidor Defensivo é aquele que não tem muito tempo para se aprofundar em análises e trabalha em outras áreas. Já o Investidor Empreendedor é o oposto, dedica horas e mais horas para fazer análises e estimar o valor das empresas.

É crucial, mas extremamente crucial, decidir que tipo de investidor você quer ser antes de começar a investir. Se você não tem muito tempo para analisar empresas em detalhes (o que provavelmente é o caso da maioria das pessoas que estão neste blog), então você deveria ser um Investidor Defensivo.

E como a maioria do nosso público são Investidores Defensivos, vou focar apenas neles. O livro nos apresenta seis objetivos que devemos seguir:

3.1 Diversificação: se você tiver apenas dois negócios e um deles falir, você perdeu metade do seu patrimônio. Agora, se tiver 20 negócios e um deles falir, ainda terá 95% dos seus investimentos.

3.2 Exclusão de companhias pequenas: empresas menores estão sujeitas a adversidades acima do normal, que podem ser tanto benéficas quanto prejudiciais. Para proteger seu dinheiro, é melhor manter distância dessas empresas que faturam menos de R$1 bilhão por ano.

3.3Busca de uma condição financeira sólida: escolha empresas com baixo endividamento e que tenham um ativo circulante duas vezes maior que o passivo circulante. Assim, você verifica se a empresa tem recursos suficientes para cumprir suas obrigações de curto prazo.

3.4 Lucro: escolha empresas que têm registrado lucro nos últimos anos.

3.5 Dividendos: escolha empresas que pagam dividendos regularmente.

3.6 Compre ações por um preço baixo: o livro sugere uma relação preço/lucro inferior a 15 e um preço de compra que seja no máximo uma vez e meia o valor patrimonial da empresa. No entanto, lembre-se de que o livro foi escrito há muito tempo nos Estados Unidos, então não se apegue apenas a fórmulas, mas sim aos princípios do livro. São esses princípios que o tornam tão valioso.

Quando verificamos essa lista pela primeira vez, confessamos que achamos muito conservadora e excluía praticamente todas as ações que são tão faladas por aí na internet. Mas, à medida que fomos assimilando o livro, começou-se a entender o motivo pelo qual Graham fez essa lista. Antes de discordar desses conselhos, é preciso entendê-los completamente.

Agora, vamos falar sobre a margem de segurança. Imagine se existisse uma frase que resumisse tudo sobre investimento sensato, uma frase que fosse sempre apropriada e verdadeira, não importando onde ou quando você a visse. Os sábios desse conto inventaram a frase "Isso também passará". Que frase poderosa! Que consolo nos momentos de aflição e golpe no orgulho!

Se houvesse um desafio semelhante para resumir os segredos do investimento sensato em apenas três palavras, essa frase seria "margem de segurança". A margem de segurança é baseada no princípio de que ninguém possui todo o conhecimento do mundo e que ninguém consegue prever o futuro.

Assim como os arranha-céus são construídos com mais aço do que o necessário e os aviões têm sistemas de backup extras, sua carteira de investimentos também precisa ser construída com uma margem de segurança. É importante nunca pagar um preço muito alto, independentemente de quão interessante seja o investimento. Claro, ter uma margem favorável não garante um bom desempenho, mas aumenta a probabilidade de que isso aconteça. É assim que o Investidor Inteligente pensa: ele coloca as probabilidades a seu favor.

No curto prazo, tudo pode acontecer, e é provável que sempre haja alguém que diga que é incrível e teve sorte. Mas, para o longo prazo, para obter resultados concretos, você precisa ser um Investidor Inteligente.

Então, aí está, nossos caros investidores. Esses são alguns dos principais conceitos abordados no livro O Investidor Inteligente, considerado por muitos como o melhor livro de investimentos já escrito. Espero que isso ajude vocês a pensarem de forma mais inteligente sobre seus investimentos e a tomar decisões mais embasadas. Boa sorte!

  1. "A Psicologia Financeira" de Morgan Housel

A Psicologia Financeira" é uma obra que explora a relação entre o comportamento humano e as finanças, destacando como nossas emoções e decisões afetam nossos investimentos e o manejo do dinheiro. O autor, Morgan Housel, é um renomado jornalista financeiro com vasta experiência em mercados e economia, trazendo uma abordagem acessível e repleta de exemplos práticos para entendermos melhor nossos padrões comportamentais em relação ao dinheiro.

O livro aborda diversas ideias-chave, e vamos começar com a primeira grande lição: "Habilidades pessoais são mais importantes do que o lado técnico do capital." Isso significa que, mais do que conhecimento técnico sobre finanças, o comportamento e a psicologia são cruciais para o sucesso financeiro. Um investidor inteligente deve conhecer a si mesmo e suas emoções para tomar decisões mais conscientes e assertivas.

Ah, lá vem mais uma daquelas histórias mirabolantes dos Estados Unidos! Imagine só: um cara que trabalhou 25 anos consertando carros e, depois, passou mais 17 anos varrendo o chão de uma loja. E sabe o que aconteceu? O tiozinho humilde morreu aos 92 anos deixando um patrimônio de 8 milhões de dólares! Quem diria, hein?

Aí você se pergunta: como esse faxineiro conseguiu essa grana toda? Nada de herança ou loteria, tá? Ele investiu em ações e deixou elas lá, quietinhas, para os juros compostos fazerem a mágica acontecer. É isso aí, a grana foi crescendo como bola de neve.

E a moral da história é que, meu amigo, não é só a inteligência que conta, não! É como você se comporta com o dinheiro que faz toda a diferença. Nem precisa ter diploma de faculdade famosa ou trabalhar de terno na Faria Lima. Com certos comportamentos, até quem varre chão pode ficar rico.

Assim, fica outra lição importante, é sobre a importância de saber o que é suficiente para você. Às vezes, nos perdemos no desejo de ter mais dinheiro, mas precisamos definir metas claras e entender quando é o momento de parar de acumular riquezas e aproveitar o que já temos. Gastar de forma descontrolada é o oposto de ser rico, pois a verdadeira riqueza está em ter liberdade e flexibilidade.

Aí tem uns mais ambiciosos que pensam: "economizar é bobagem, o negócio é ganhar mais!". Até tem um fundo de verdade nisso, mas, cara, até quando você precisa ganhar mais? Quanto é suficiente para você? Ah, mas quando a grana tá curta, é fácil dizer que só quer um carro e uma casa para morar. O problema é que, quando chega lá, vem a vontade de ter não só um carro, mas O CARRO, não só uma casa, mas A CASA. É um jogo sem fim, entende?

Mas você não precisa entrar nessa roubada! Não tem razão pra arriscar o que você já tem e precisa por coisas que você não tem e nem precisa. Essa é a grande verdade, mas muita gente só entende isso quando já é tarde demais.

E aí, quando falamos de investimentos, a galera fica comparando a rentabilidade com o CDI ou o Ibovespa. Mas olha, isso tem uns probleminhas. Primeiro, essas médias são do passado, e o futuro é incerto, né? E se rolar uma crise braba no ano da sua aposentadoria? Fica só a conta e o desespero!

Além disso, o livro destaca a importância de ter uma margem de segurança nos investimentos. Ou seja, é essencial considerar possíveis imprevistos e crises ao estimar a rentabilidade de seus investimentos. Ter uma margem de segurança ajuda a evitar decisões impulsivas em momentos de crise e a manter uma abordagem mais equilibrada.

Por isso, o lance é ter uma margem pra imprevistos, entende? Estimar um valor menor pra sua rentabilidade, já contando que vai ter crise. É melhor ficar feliz com uma rentabilidade maior do que esperava do que se dar mal e vender tudo na pior hora.

Aí, pior que tem gente que quer ser milionário, mas quando diz isso, tá querendo mesmo é gastar tudo! Mas pera aí, se torrar a grana toda, como é que fica milionário? É o contrário, né? Ter um milhão e ter liberdade e flexibilidade é o que manda!

Mas veja só, o livro detalha sobre o cuidado de se querer ser igual a pessoas de sucesso. O Mark Zuckerberg recusou uma baita oferta, virou gênio. Mas o mesmo Yahoo! recusou uma proposta e foi tachado de idiota. São atitudes iguais, mas resultados bem diferentes. E nossos resultados não dependem só das nossas ações e esforço, tem muita coisa que foge do nosso controle.

E cada pessoa joga um jogo diferente nessa vida, viu? Alguém com grana e 55 anos tem uma visão bem diferente de investimento de um jovem de 20 com pouca grana. Cada um tá jogando um jogo e a gente não pode moldar nossa vida pelas ideias dos outros.

Por isso o autor também chama a atenção para o fato de que cada pessoa tem objetivos e horizontes de tempo diferentes. É fundamental entender o jogo que você está jogando na vida e nos investimentos. O que funciona para um pode não funcionar para outro, por isso é essencial moldar sua estratégia financeira de acordo com seus próprios objetivos e valores.

A Psicologia Financeira" aborda diversas outras ideias valiosas, incluindo a importância de aprender com os erros e experiências passadas, a necessidade de evitar o excesso de confiança e a busca por histórias de sucesso como modelos para nossas vidas.

Em resumo, o livro de Morgan Housel nos ensina que a relação entre comportamento humano e finanças é essencial para alcançar o sucesso financeiro. Ter habilidades pessoais sólidas, saber o que é suficiente, criar margens de segurança, entender o jogo que você está jogando e aprender com as experiências são lições fundamentais para administrar melhor suas finanças e alcançar a verdadeira riqueza: liberdade e flexibilidade.

Enfim, são um monte de dicas valiosas desse livro sensacional.

  1. "The Behavioral Investor" de Daniel Crosby

Você nasceu para se encaixar, mas investir exige que você se destaque. Você está programado para proteger seu ego, mas para ter sucesso nos mercados, você deve suprimi-lo. Você está programado para perguntar por quê, mas, ao investir, deve aprender a perguntar: por quê não?

E este post é sobre os cinco principais tópicos do livro "The Behavioral Investor". Por Daniel Crosby. Vamos lá.

5.1. 4 riscos comportamentais, esmagando o retorno de seus investimentos.

O maior intelecto financeiro do mundo não é nada se não for acompanhado de uma auto compreensão correspondente. Portanto começaremos este post apresentando quatro tipos diferentes de comportamentos que você deve evitar se quiser aprender o toque de Midas.

EGO: Homens são especialmente vulneráveis a esse risco comportamental. Quase todos nós (um estudo realmente teve 100% como resultado) pensamos que somos melhores do que a média interpessoalmente, e 94% de nós pensamos que somos mais atléticos do que a média.

Estatisticamente penso que seria difícil provar como 94% estão acima da média.

Ao investir, isso nos prejudica de várias maneiras. Não estou mais me referindo apenas aos homens - mas sim, nós somos péssimos nisso. Entre outras coisas, o ego nos leva a buscar informações que fortaleçam nossas crenças ao invés de questioná-las. Nessa busca, não buscamos verdades. Em vez disso, estamos procurando conforto. Infelizmente o sr. Mercado não é uma pessoa reconfortante.

CONSERVADORISMO: A maioria, 55%, de toda a violência familiar ocorre em lares de alcoólatras. Muitas crianças sofrem danos emocionais ou físicos quando crescem nessas famílias. Portanto, seria de se supor que essas crianças tomariam medidas extras para evitar acabar em situações semelhantes às dos adultos. As estatísticas contam uma história diferente. Até 50% dos filhos de alcoólatras acabam se casando com um deles. Isso é causado pelo conservadorismo. Preferimos "o diabo que conhecemos". Esse risco comportamental causa um dos, senão o mais comum erro de investimento de todos: manter posições perdedoras.

ATENÇÃO: Prestamos muita atenção às histórias e muito pouca atenção a matemática e as estatísticas. Uma boa história, ou uma assustadora, permanece. Números... eles não. Por causo disso, muitos problemas surgem. Por exemplo, durante falhas de mercado, é quase impossível lembrar que as correções e os mercados em baixa são comuns e não há nada com o que se preocupar, enquanto a Globo News, Fox News, CNBC e o The Wall Street Journal estão fazendo transmissão ao vivo, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sobre como o mundo está prestes a virar cinzas.

EMOÇÃO: Um estudo interessante foi realizado em estudantes onde suas preferências sexuais foram examinadas. 19 perguntas foram feitas para definir a sua propensão a se envolver em atividades sexuais "estranhas", trair um outro significativo e fazer sexo desprotegido. Normalmente os alunos evitam tais atividades. Agora as mesmas 19 perguntas foram feitas a outros grupo de alunos, a quem foram mostradas imagens pornográficas, com o objetivo de excitar emocionalmente os participantes. Os resultados foram surpreendentes. Os alunos tinham 72% mais chances de participar de atividades sexuais "estranhas", 136% mais chances de traição e 25% mais chances de não utilizar o preservativo. Prevenção, proteção e moral desapareceram de suas telas de radar! Da mesma forma - quando você experimenta fortes emoções enquanto investe ( não necessariamente sexuais), o conjunto de regras que você normalmente obedece no mercado vai voar pela janela. Não é tanto que de repente você desconsidera o valor deles, mas sim, você os esquece completamente.

5.2. Como gerenciar os 4 riscos comportamentais.

Seu cérebro é um milagre. E mesmo as melhores máquinas/IAs não se comparam a ele na maioria dos aspectos. Mas, é um milagre para uma época e um lugar diferentes do que investir no século 21, como vimos na lição anterior. Vamos descobrir o que podemos fazer para nos conter para lidar com as dificuldades que temos.

EGO

Espalhe a riqueza: perceba que mesmo uma análise completa não pode protegê-los de eventos inesperados. O CEO inspirador e incrível que foi parte do motivo pelo qual você fez um investimento específico pode morrer repentinamente de um ataque cardíaco. Portanto, espalhe seu capital em pelo menos alguns investimentos. O risco (medido como a volatilidade dos retornos) se deteriora rapidamente com apenas algumas participações.

Aqueles que podem, ensinam: Se você está realmente confortável com uma decisão de investimento, deve ser fácil convencer outras pessoas de sua escolha. Teste-o!

Adivinhe, novamente!

Tenha como missão sempre questionar suas suposições mais importantes: Se você decidir que a Apple é uma excelente compra porque acha que ela tem um grande potencial na indústria de impressão 3D ou ... qualquer outra coisa, pense em alguns motivos pelos quais você possa estar errado.

CONSERVADORISMO

Procrastine: (só um pouco) os sujeitos escolhem uma opção padrão em 82% dos casos quando estão com pressa, mas apenas 56% das vezes quando conseguem pensar por algum momento, segundo uma pesquisa. Levar o seu tempo, permitirá que você não será apenas mais uma ovelha no rebanho que escolhe a opção padrão no mercado.

Sem arrependimentos: os arrependimentos podem causar paralisia, o que terá uma séria influência negativa nos seus investimentos. Por esse motivo, você deve inventar e implementar um sistema baseado em regras para selecionar ações. Em vez de se culpar pelas suas más escolhas, agora você terá um bode expiatório. Não foi culpa sua. Era o sistema! Melhor melhorá-lo para uma segunda rodada.

Vire o roteiro: de acordo com Charlie Munger, que é o braço direito de Warren Buffet, você deve sempre inverter. Com isso, ele quer dizer que você pode investigar com mais profundidade um problema, se você simplesmente o inverter. Em vez de se perguntar, por que quero investir na Tesla? Se você já está otimista com isso, pergunte-se, por que eu não iria querer investir na Tesla?

ATENÇÃO

Jogue com as probabilidades: abandone a história, aqui vem outra ressalva para reportagens de notícias financeiras durante a turbulência do mercado. O mercado de ações tem um retorno esperado de cerca de 7-8% ao ano (se formos confiar em cerca de 200 anos de história). Isso significa que para cada $ 100 investidos, você recebe de 7 a 8 dólares todos os anos, em média. Portanto, não corra para a porta de saída de um mercado em baixa, só porque a nova história está contando que o céu está caindo. Não é. E se eu estiver errado aqui por algum motivo, digamos apenas que, nesse ponto, a menor de suas preocupações será que você investiu no mercado de ações.

Procure soluções simples: O investidor às vezes acaba em uma situação que não consegue ver a floresta por causa das árvores. Certos detalhes de um investimento podem consumir tanta energia que ele não consegue mais ver o quadro completo. Mais uma vez, um sistema baseado em regras que leva isso em consideração é a solução

Tamanho importa: Vamos falar sobre os homens e seus egos novamente. Não é importante considerar apenas a probabilidade de um cenário, o tamanho do impacto se o evento acontecer é da mesma importância. Considere duas ações, ação "A" com 90% de risco de perder 10% e 10% de chance de ganhar 300% e a ação "B" com 10% de risco de perder 10% e 90% de chance de ganhar 20%. Qual o melhor investimento?

EMOÇÃO

Meditação: Emoções em torno dos mercados financeiros geralmente podem ser categorizadas como medo ou ganância. Acontece que a meditação é incrível quando se trata de domar os dois.

Automatiza, automatiza e automatiza: A essa altura este conselho pode te aborrecer um pouco, mas vou te explicar mais uma vez, para se tornar um grande investidor comportamental, você precisa de um sistema baseado em regras. Isso vale para combater as emoções.

Aprenda a reconhecer as emoções: Se você conseguir aprender a identificar o seu estado emocional, também poderá aprender a evitar investir nos momentos em que estiver mais propenso a tomar decisões ruins no mercado. Se você sentir fome, raiva, solidão ou cansaço, fique longe de sua carteira de ações.

5.3. Como projetar um sistema baseado em regras vencedor

Você já deve ter notado, mas um denominador comum e uma solução para muitos dos problemas causados por riscos comportamentais no mercado podem ser mitigados pela implementação de um sistema baseado em regras para sua abordagem de investimento. Agora, isso não significa que devemos transformar o processo analítico e impressionante de escolher grandes investimentos em uma tarefa mundana, que pode ser implementada sem criatividade ou análise. Significa estabelecer uma estrutura enquanto estiver sóbrio, de modo que, quando você experimentar um ego inflado, um conservadorismo paralisante, um distúrbio de atenção temporário ou uma montanha-russa emocional, ainda possa utilizar todo o seu conhecimento e sabedoria. O processo de criação de tal estrutura pode ser muitas das vezes intelectualmente desafiador e recompensador. Um sistema vencedor baseado em regras tem três fatores diferentes que deve satisfazer.

5.3.1- Apoio empírico: Este é o mais óbvio dos três pontos. Seu sistema baseado em regras deve se mostrar lucrativo quando você investigar seu desempenho histórico.

5.3.2- Apoio teórico: Se você investigar toneladas de conjuntos de dados, você acabará com correlações (ou seja, dados movendo-se em conjunto), mesmo que eles não tenham nada haver um com o outro! Por exemplo, os pesquisadores encontraram uma correlação de 0,99, o que significa correlação quase perfeita, durante o período de 1981 e 1993, com algo tão bobo quanto o S&P500 e a produção de manteiga em Bangladesh! (Isso não significa que você pode começar a

negociar no mercado com base na produção de manteiga de Bangladesh, infelizmente!) Por esta razão, não basta apenas com suporte empírico. Também deve fazer sentido intuitivo que seu sistema funcione.

5.3.3- Dor psicológica: O ponto final e de longe o mais interessante, que Daniel Crosby apresenta para um sistema vencedor baseado em regras, é que ele só pode resistir ao teste do tempo se também for mentalmente difícil de se manter fiel. Caso contrário, assim que o sistema for descoberto e divulgado publicamente, sua lucratividade desaparecerá quase imediatamente.

Vamos terminar este post com duas estratégias diferentes que cumprem todos os três pontos mencionados.

5.3.4- Por que o investimento em valor funciona: O primeiro sistema que atende a todos os três requisitos é o investimento em valor. Benjamin Graham é frequentemente creditado como o inventor dessa abordagem, e ela se tornou famosa por Warren Buffett. Basicamente trata-se de comprar ações com preços inferiores ao valor subjacente da empresa. Normalmente, essas ações têm avaliações baixas de ativos e ganhos. Além disso, não são o tipo de empresa mencionada (pelo menos não de forma positiva) no noticiário financeiro.

Então por que funciona?

5.4.1- Tem suporte empírico: Isso foi demonstrado repetidamente. Por exemplo: as ações de baixo preço sobre o livro superaram as ações de alto preço sobre o livro em 100% das vezes em um período de cinco anos. As ações de baixo preço sobre o livro renderam quase três vezes mais do que as ações caras de 1963 a 1990. As ações de baixo P/L retornaram 5% mais anualmente do que seu índice de referência.

5.4.2- Tem suporte teórico: Você prefere pagar $ 10 para obter $ 1 ou $30 para obter 1 anual ?

Investidores em alto valor prefeririam a primeira alternativa, que faz sentido intuitivamente.

5.4.3- Pagamento psicológico: É mentalmente difícil de implementar, ações de valor são baratas por um motivo. Pode ser porque a empresa em questão se envolveu em um escândalo recentemente, está operando em um mercado que é visto como pouco atraente ou simplesmente porque os lucros estão caindo nos últimos tempos. Não importa o motivo subjacente, essas empresas são desaprovadas pela maior parte da comunidade de investidores e nadar contra a corrente é difícil.

5.4.5- Porque o investimento em momentum funciona?

Isaac Newton afirmou que "um objeto permanece em repouso ou continua a se mover a uma velocidade constante". Essa lei da física também se aplica ao mundo financeiro. Uma ação que está se movendo para cima ou para baixo também tende a se mover nessa direção.

Este é o básico do investimento de impulso. Deixe seus vencedores correrem e reduza suas perdas é uma expressão que os investidores de impulso adoram de uma forma ou de outra. Vamos investigar por que isso funciona.

5.5.1- Tem suporte empírico: Alguns exemplos aqui. As ações que tenderam a ter um desempenho melhor do que a mediana em um ano tenderam a fazê-lo o mesmo também no ano seguinte. As ações vencedoras continuaram a superar as ações perdedoras, em média, durante os seis a doze meses seguintes. E, finalmente, os efeitos do momento persistem nos EUA desde 1801.

5.5.2- Tem suporte teórico: A ganância pode ser uma explicação potencial para o suporte empírico observado. Se meu amigo ganha dinheiro com um investimento específico, eu também quero. Uma reação lenta aos dados divulgados é outra explicação possível. Demora um pouco para a comunidade de investidores processar novas informações.

5.5.3- É mentalmente difícil de implementar: Preferimos ficar com nossas ações perdedoras e vender nossas ações vencedoras. Embora contraproducentes quando se trata de obter lucros, faz sentido do ponto de vista psicológico, pois cada ação vendida a um preço mais alto do que a compra é um "lucro garantido" e os perdedores que ainda não foram vendidos ainda têm a chance de se transformar em lucros. Mas, normalmente, eles não.

Então, o que achou da merenda ? Qual dos riscos comportamentais você acha mais difícil de gerenciar ? Você têm dicas adicionais de como superá-los que não mencionei neste post? Por favor, compartilhe seus pensamentos conosco nos comentários. Se você não viu nossos últimos posts recentemente, certifique-se de fazer isso.

  1. "Thinking, Fast and Slow" de Daniel Kahneman

"Rápido e Devagar: Duas Formas de Pensar" é um livro revolucionário escrito pelo psicólogo Daniel Kahneman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2002. Publicado em 2011, o livro explora a dualidade da mente humana ao tomar decisões, dividindo o pensamento em dois sistemas distintos: o Sistema 1 (rápido) e o Sistema 2 (devagar). Abaixo está um resumo detalhado do conteúdo do livro, dividido em várias seções principais, para facilitar a compreensão.

Daniel Kahneman inicia o livro explicando a premissa central: nosso cérebro opera por meio de dois sistemas que influenciam a forma como pensamos e tomamos decisões. O Sistema 1 é rápido, intuitivo e emocional, enquanto o Sistema 2 é mais lento, deliberativo e lógico. Esses sistemas interagem constantemente, moldando nossa percepção da realidade e nossas ações.

6.1: Dois Sistemas

6.1.1: Os Personagens da História

O Sistema 1 é automático e rápido, funcionando de maneira inconsciente. Ele é responsável por respostas instintivas e intuitivas. O Sistema 2, por outro lado, requer esforço consciente e é mais lento, utilizado para atividades que demandam concentração, como resolver problemas complexos.

6.1.2: Atenção e Esforço

Kahneman descreve como o Sistema 2 precisa de energia e foco para funcionar, ao contrário do Sistema 1, que opera com pouca ou nenhuma necessidade de esforço consciente. Ele também discute como a capacidade de atenção é limitada, o que pode levar a erros quando o Sistema 2 está sobrecarregado.

6.2: Heurísticas e Vieses

6.2.1: A Máquina Associativa

Este capítulo explora como o Sistema 1 cria associações rápidas e automáticas, baseadas em experiências anteriores e padrões percebidos. Embora isso possa ser eficiente, também leva a erros de julgamento e vieses cognitivos.

6.2.2: Um Dia na Vida de Uma Mente em Modo Automático

Aqui, Kahneman detalha como o Sistema 1 funciona no dia a dia, tomando decisões rápidas e muitas vezes inconscientes. Ele explica como essa rapidez pode ser tanto uma bênção quanto uma maldição, dependendo do contexto.

6.2.3: Vieses de Disponibilidade

Este capítulo aborda como o Sistema 1 tende a se basear na informação que é mais facilmente lembrada, o que pode distorcer nossa percepção da realidade. Por exemplo, após assistir a uma notícia sobre um acidente de avião, as pessoas podem superestimar a probabilidade de acidentes aéreos.

6.3: Confiança Excessiva

6.3.1: Ilusões de Validade

Kahneman discute a confiança excessiva nas nossas próprias opiniões e julgamentos, mesmo quando não temos bases sólidas para elas. Ele apresenta exemplos de como as pessoas frequentemente superestimam a precisão de suas previsões e julgamentos.

6.3.2 A Lei dos Pequenos Números

Este capítulo explora a tendência de fazer generalizações a partir de pequenas amostras de dados. Kahneman mostra como isso pode levar a conclusões errôneas e decisões equivocadas.

6.4: Escolhas

6.4.1: Avessos à Perda

Kahneman introduz o conceito de aversão à perda, que é a tendência de sentir a dor da perda mais intensamente do que a alegria de um ganho equivalente. Esse viés pode influenciar significativamente nossas decisões, muitas vezes nos levando a escolhas subótimas.

6.4.2: Contabilidade Mental

Aqui, o autor explica como as pessoas tendem a categorizar e tratar dinheiro de diferentes formas, dependendo de sua origem e uso pretendido. Esse conceito de "contabilidade mental" pode afetar decisões financeiras de maneiras complexas e nem sempre racionais.

6.5: Dois Eus

6.5.1: Experiência vs. Memória

Kahneman diferencia entre o "eu experiencial" (que vive o momento) e o "eu lembrado" (que recorda e avalia experiências passadas). Ele argumenta que muitas vezes tomamos decisões com base em memórias, que podem ser distorcidas, em vez de nossas experiências reais.

6.5.2: O Fim da Experiência

Este capítulo discute como as experiências são frequentemente lembradas não por sua duração total, mas por momentos de pico e pelo final. Isso pode levar a uma avaliação distorcida do que realmente ocorreu.

Kahneman conclui com reflexões sobre como compreender os dois sistemas de pensamento pode nos ajudar a tomar decisões mais informadas e a evitar alguns dos erros cognitivos comuns. Ele também destaca a importância de estar ciente de nossos próprios vieses e limitações.

Aplicações Práticas

O livro não apenas teoriza sobre os dois sistemas de pensamento, mas também oferece insights práticos sobre como podemos aplicar esse conhecimento em áreas como negócios, políticas públicas e vida pessoal. Kahneman sugere que, ao reconhecer a influência dos Sistemas 1 e 2, podemos melhorar nossa tomada de decisão em vários aspectos da vida.

Reflexões Finais

"Rápido e Devagar" é uma leitura essencial para quem deseja entender melhor a mente humana e os processos de tomada de decisão. Com uma combinação de teoria psicológica e exemplos práticos, Kahneman nos fornece ferramentas para reconhecer e mitigar os vieses cognitivos que afetam nossas vidas diárias.

Ao longo do livro, o autor utiliza uma linguagem acessível e exemplos do cotidiano para ilustrar conceitos complexos, tornando a leitura envolvente e esclarecedora. Seu trabalho destaca a complexidade do pensamento humano e a importância de estar consciente das forças subconscientes que moldam nossas decisões.

Importância do Livro

O impacto de "Rápido e Devagar" vai além do campo da psicologia. Suas ideias são aplicáveis em diversas áreas, incluindo economia, marketing, política e saúde. Compreender as duas formas de pensar pode ajudar profissionais a desenvolver estratégias mais eficazes, melhorar a comunicação e aumentar a eficácia em diversas disciplinas.

Conclusão

Daniel Kahneman nos oferece uma visão profunda e reveladora da mente humana, desafiando-nos a reconsiderar como tomamos decisões e percebemos o mundo ao nosso redor. "Rápido e Devagar" é um convite para explorar as profundezas da psicologia cognitiva e descobrir como podemos aprimorar nossa capacidade de pensar e decidir de maneira mais consciente e informada.